terça-feira, 19 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
DIA ABERTO - 15 DE MAIO
"Viver sem filosofar equivale, verdadeiramente a ter os olhos fechados, sem nunca os procurar abrir" - René Descartes

Foi dia 15 de Maio de 2009, pelas 21:00h, na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, enquadrado no "Dia Aberto", que decorreu um debate cujo tema foi "(In) Utilidade da Filosofia" - do Ensino Nocturno, pela disciplina de Filosofia. A este evento assistiram um bom número de interessados, alunos e professores.
Problemas acerca da utilidade ou inutilidade da filosofia, questões acerca do que é a Filosofia, para que serve a Filosofia e outros temas que surgiram em função dos problemas levantados.
Na mesa honra estiveram os seguintes convidados: Sandra Lourenço (11ºAS), Luís Emídio (11ºAS), professor José Carlos, (Bruno Gonçalves (11º AS) e Manuel Augusto (11º AS). O prof Jorge Ferro Rosa, foi o apresentador do evento e moderador do mesmo.
O público deixou a sua palavra, dinamizando este evento e despertando de modo mais construtivo o desejo por saber mais acerca do que é a Filosofia e o que ela serve para a vida de cada qual. As opiniões foram diversas.
Feitas as honras da casa. O professor Jorge Ferro Rosa (moderador), no fim do debate deu a todos os elementos da mesa, um certificado de presença, congratulando-se pelo seu trabalho; todos os presentes que ficaram até ao fim do debate, levaram também um certificado de presença.
Os responsáveis deste evento foram professores de Filosofia, Jorge Ferro Rosa, José Carlos e Andreia, por este evento.
Deixo aqui um abraço a todos os que estiveram presentes. À professora Andreia que não pode estar presente por motivos de força maior, fica o nosso abraço.
Jorge Ferro Rosa

Foi dia 15 de Maio de 2009, pelas 21:00h, na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, enquadrado no "Dia Aberto", que decorreu um debate cujo tema foi "(In) Utilidade da Filosofia" - do Ensino Nocturno, pela disciplina de Filosofia. A este evento assistiram um bom número de interessados, alunos e professores.
Problemas acerca da utilidade ou inutilidade da filosofia, questões acerca do que é a Filosofia, para que serve a Filosofia e outros temas que surgiram em função dos problemas levantados.
Na mesa honra estiveram os seguintes convidados: Sandra Lourenço (11ºAS), Luís Emídio (11ºAS), professor José Carlos, (Bruno Gonçalves (11º AS) e Manuel Augusto (11º AS). O prof Jorge Ferro Rosa, foi o apresentador do evento e moderador do mesmo.
O público deixou a sua palavra, dinamizando este evento e despertando de modo mais construtivo o desejo por saber mais acerca do que é a Filosofia e o que ela serve para a vida de cada qual. As opiniões foram diversas.
Feitas as honras da casa. O professor Jorge Ferro Rosa (moderador), no fim do debate deu a todos os elementos da mesa, um certificado de presença, congratulando-se pelo seu trabalho; todos os presentes que ficaram até ao fim do debate, levaram também um certificado de presença.
Os responsáveis deste evento foram professores de Filosofia, Jorge Ferro Rosa, José Carlos e Andreia, por este evento.
Deixo aqui um abraço a todos os que estiveram presentes. À professora Andreia que não pode estar presente por motivos de força maior, fica o nosso abraço.
Jorge Ferro Rosa
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Democracia e sentido
DEMOCRACIA E SENTIDO
“O único sentido das íntimo das coisas,
É elas não terem sentido íntimo nenhum.” Alberto Caeiro; O Guardador de Rebanhos.
Sílvio Berlusconi, 1º Ministro Italiano, pretendia incluir nas listas do seu partido para as eleições europeias, vinte e cinco modelos e beldades, de reconhecido valor segundo o próprio. No entanto os seus atributos deviam-se menos aos méritos intelectuais e mais à generosidade da mãe natureza. É um lugar - comum, que a mãe natureza, o que dá em atributos físicos, retira em aptidões intelectuais. É este o sentido das coisas. O próprio Sílvio, como deve ser tratado pelas beldades, confirma este lugar – comum, na justificação que adianta para tal pretensão: é preciso alegrar o Parlamento Europeu, com rostos bonitos e corpos esbeltos, não vão os ilustres deputados morrer de tédio, quando cuidam dos assuntos sérios da governação europeia.
Penso eu e pensa muita gente, que a Democracia, como governo do povo, exige a participação de todos e mais ainda dos melhores; exige o concurso das ideias de todos e mais ainda das melhores ideias para a governação. O conjunto dos cidadãos, só podem participar elegendo quem os represente. É este o sentido das coisas da democracia ou da Res (coisa)Pública. Era, mas parece não o ser mais. O que parece estar claro na cabeça do Sr. Berlusconi, é que o Parlamento Europeu, não passa de uma passerelle de maquilhagens políticas retocadas nos bastidores, onde pontificam os países mais poderosos economicamente. Os nossos representantes, bem pagos e mimados na bela cidade de Estrasburgo, limitar-se-iam a um espectáculo encomendado. E já que tem que haver espectáculo, que ele seja vistoso, garboso e sexy. O pior de tudo isto, é que vamos ser chamados a dar o nosso assentimento a isto. O pior desta Europa, é que está a reproduzir em grande escala, as perversidades das democracias nacionais: distanciamento entre eleitor e eleito, falta de representatividade do eleito, escassez de mecanismos de participação dos cidadãos.
Foi a esposa de Sílvio Berlusconi quem fez a denúncia. Não foi a oposição italiana ou europeia. Foi a amantíssima que se manifestou, quiçá despeitada e alertada pela prática usual de troca de favores na esfera política. O exercício do poder democrático, provoca uma erosão natural nos partidos do poder, justificada por ideias de governação que perderam validade. A novidade dos tempos, é que as oposições também entraram em crise, incapazes de gerarem ideias alternativas. Só assim se explica que a ideia espúria do 1º Ministro Italiano, tenha tido oposição vinda do outro lado do seu leito conjugal. O sentido das coisas, leva-me a pensar, como imperativo de cidadania, que em vez de sabermos eleger um governo capaz, devemos saber eleger uma oposição capaz.
No Quénia a oposição lança mão de uma nova arma política: a recusa das mulheres à assistência sexual aos maridos. Quem sabe!
Horácio Morais
“O único sentido das íntimo das coisas,
É elas não terem sentido íntimo nenhum.” Alberto Caeiro; O Guardador de Rebanhos.
Sílvio Berlusconi, 1º Ministro Italiano, pretendia incluir nas listas do seu partido para as eleições europeias, vinte e cinco modelos e beldades, de reconhecido valor segundo o próprio. No entanto os seus atributos deviam-se menos aos méritos intelectuais e mais à generosidade da mãe natureza. É um lugar - comum, que a mãe natureza, o que dá em atributos físicos, retira em aptidões intelectuais. É este o sentido das coisas. O próprio Sílvio, como deve ser tratado pelas beldades, confirma este lugar – comum, na justificação que adianta para tal pretensão: é preciso alegrar o Parlamento Europeu, com rostos bonitos e corpos esbeltos, não vão os ilustres deputados morrer de tédio, quando cuidam dos assuntos sérios da governação europeia.
Penso eu e pensa muita gente, que a Democracia, como governo do povo, exige a participação de todos e mais ainda dos melhores; exige o concurso das ideias de todos e mais ainda das melhores ideias para a governação. O conjunto dos cidadãos, só podem participar elegendo quem os represente. É este o sentido das coisas da democracia ou da Res (coisa)Pública. Era, mas parece não o ser mais. O que parece estar claro na cabeça do Sr. Berlusconi, é que o Parlamento Europeu, não passa de uma passerelle de maquilhagens políticas retocadas nos bastidores, onde pontificam os países mais poderosos economicamente. Os nossos representantes, bem pagos e mimados na bela cidade de Estrasburgo, limitar-se-iam a um espectáculo encomendado. E já que tem que haver espectáculo, que ele seja vistoso, garboso e sexy. O pior de tudo isto, é que vamos ser chamados a dar o nosso assentimento a isto. O pior desta Europa, é que está a reproduzir em grande escala, as perversidades das democracias nacionais: distanciamento entre eleitor e eleito, falta de representatividade do eleito, escassez de mecanismos de participação dos cidadãos.
Foi a esposa de Sílvio Berlusconi quem fez a denúncia. Não foi a oposição italiana ou europeia. Foi a amantíssima que se manifestou, quiçá despeitada e alertada pela prática usual de troca de favores na esfera política. O exercício do poder democrático, provoca uma erosão natural nos partidos do poder, justificada por ideias de governação que perderam validade. A novidade dos tempos, é que as oposições também entraram em crise, incapazes de gerarem ideias alternativas. Só assim se explica que a ideia espúria do 1º Ministro Italiano, tenha tido oposição vinda do outro lado do seu leito conjugal. O sentido das coisas, leva-me a pensar, como imperativo de cidadania, que em vez de sabermos eleger um governo capaz, devemos saber eleger uma oposição capaz.
No Quénia a oposição lança mão de uma nova arma política: a recusa das mulheres à assistência sexual aos maridos. Quem sabe!
Horácio Morais
quarta-feira, 6 de maio de 2009
PASSAGEM OU EXIBIÇÃO
Acerca das coisas... mas quais coisas e o que são as coisas? Onde está isso de que se quer falar? É um aqui já de algo que está disponível. Passagem ou exibição fantástica daquilo que estou por perceber, mas essa tentativa é sempre falhada e o vazio intala-se. Existe alguma coisa afinal... vamos tentar dizer, mas não sei se consigo dizer o que tenho para dizer, porque nesse mesmo acto de dizer, parametrizo-me pela pauta do momento no momento que se consolida um isso que é estranho a mim mesmo. Como é? Porque é assim? Não sei! Vamos todos não sei para onde e se é que vamos para algum lado, posso dizer-te que ir para esse não sei onde, também não me parece possuir assim um sentido brilhante. Sentidos e coisas que se interpelam na grande caminhada que é estranha do olhar e sentir.
A dúvida assalta-me nos mais diversos campos a considerar, desde as lides de casa até ao campo da luz pedagógica, mesmo quando a dúvida filosófica se ergue sem a permissão. Não venho para aqui produzir filosofia, não é essa a minha intenção, nem sou filósofo, mas gosto de filosofia, como tal, proponho-me ser aprendiz de filósofo. E para que serve tudo isto? Alguma utilidade? Em que área?
Liga a televisão e assiste ao telejornal, escuta com atenção e questiona-te acerca da utilidade da filosofia! Primeiro tens a noção do que é a filosofia? Não vou falar da filosofia porque isso era fazer outra viragem e o tema não é esse. Mas a filosofia consiste num amor pelo saber. E o que sabes tu e como é que sabes? Quais as tuas certezas e como resolves os teus problemas? O que é que te preocupa neste momento? Alguma coisa interessante? Doença, lar, morte... ordenado? Criminalidade? País? A crise que atravessamos? Os conflitos de gerações? A sexualidade e as suas manifestações? O racismo? Afinal pensas com o quê? Quem és tu que viste ler isto? Porque viste ler isto? Acreditas em Deus? Na vida para lá da morte? E se acreditas em alguma coisa, para que serve tudo isso? O que é a felicidade? Como a sentes? será que podemos ser todos felizes? Complicado! E então serve a filosofia para alguma coisa? E serve, como explicas? Como consegues fundamentar tudo isso? Conheces alguns filósofos? Quem? Que sabes acerca deles? Que obras já leste? E o que conseguiste colocar em prática na tua vida? Bem... imensas questões. Vamos debater acerca da utilidade e inutilidade da filosofia? És capaz? Ou és daqueles que nem consegue abrir a boca para nada? Bem... vamos pensar no assunto.
E de tecnologias entendes alguma coisa? O que sabes afinal? E da blogosfera? Alguma coisa? Qual o teu blog? O que colocas lá e se o fazes, porque colocas lá alguma coisa? O que é que é mais importante para ti nesta vida? As aulas, os amigos, a familia, o dinheiro? Quem é? E porque é? És capaz de responder? Atreveste a comentar este escrito da treta? Mas será da treta? O que é que isso significa? Diz se fores capaz, se acaso gostas de filosofia, se te achas inteligente...
06.05.2009
Jorge Ferro Rosa
A dúvida assalta-me nos mais diversos campos a considerar, desde as lides de casa até ao campo da luz pedagógica, mesmo quando a dúvida filosófica se ergue sem a permissão. Não venho para aqui produzir filosofia, não é essa a minha intenção, nem sou filósofo, mas gosto de filosofia, como tal, proponho-me ser aprendiz de filósofo. E para que serve tudo isto? Alguma utilidade? Em que área?
Liga a televisão e assiste ao telejornal, escuta com atenção e questiona-te acerca da utilidade da filosofia! Primeiro tens a noção do que é a filosofia? Não vou falar da filosofia porque isso era fazer outra viragem e o tema não é esse. Mas a filosofia consiste num amor pelo saber. E o que sabes tu e como é que sabes? Quais as tuas certezas e como resolves os teus problemas? O que é que te preocupa neste momento? Alguma coisa interessante? Doença, lar, morte... ordenado? Criminalidade? País? A crise que atravessamos? Os conflitos de gerações? A sexualidade e as suas manifestações? O racismo? Afinal pensas com o quê? Quem és tu que viste ler isto? Porque viste ler isto? Acreditas em Deus? Na vida para lá da morte? E se acreditas em alguma coisa, para que serve tudo isso? O que é a felicidade? Como a sentes? será que podemos ser todos felizes? Complicado! E então serve a filosofia para alguma coisa? E serve, como explicas? Como consegues fundamentar tudo isso? Conheces alguns filósofos? Quem? Que sabes acerca deles? Que obras já leste? E o que conseguiste colocar em prática na tua vida? Bem... imensas questões. Vamos debater acerca da utilidade e inutilidade da filosofia? És capaz? Ou és daqueles que nem consegue abrir a boca para nada? Bem... vamos pensar no assunto.
E de tecnologias entendes alguma coisa? O que sabes afinal? E da blogosfera? Alguma coisa? Qual o teu blog? O que colocas lá e se o fazes, porque colocas lá alguma coisa? O que é que é mais importante para ti nesta vida? As aulas, os amigos, a familia, o dinheiro? Quem é? E porque é? És capaz de responder? Atreveste a comentar este escrito da treta? Mas será da treta? O que é que isso significa? Diz se fores capaz, se acaso gostas de filosofia, se te achas inteligente...
06.05.2009
Jorge Ferro Rosa
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